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Mais de uma década de história
Artigos e Notícias
Neste
local você encontrará artigos e publicações
de interesse das APMIFs e do 3º Setor. Clique no link abaixo para
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Editorial
- Artigos
e materiais para download - Informações
Gerais -
Financiamentos de Projetos do Terceiro Setor -
Notícias da Rede Gife -
Notícias da Rede de Informações para o Terceiro
Setor

Editorial
Artigos e Materiais
para download
Até
31/01/2009– renovação da isenção da
cota patronal - INSS - Plano
de Ação/2009
Para
renovar a isenção da cota patronal, a entidade que possui
um documento chamado ‘ATO DECLARATÓRIO DA ISENÇÃO
DA COTA PATRONAL, junto ao INSS deve apresentar o Plano de Ação
das atividades que serão desenvolvidas em 2009 até 31
de janeiro de 2009. A apresentação do Plano de
Ação é obrigatória e deverá ser feita
ao INSS do Município da entidade, ou no INSS da região
que atende o Município da entidade. Não existe um modelo
padrão deste Plano de Ação mas, segundo informações
do INSS, as entidades não precisam se preocupar com a forma de
apresentação do documento, bastando indicar a estimativa
de atividades que serão desenvolvidas em 2009 (serviços
prestados, custos previstos, o número de assistidos, etc.). O
Plano de Ação pode ser considerado como uma espécie
de previsão qualitativa e quantitativa dos serviços que
serão desenvolvidos pela entidade no ano de 2009.
Esclarecimento
PUBLICADO EM 28/05/2008
O
Departamento de Justiça, Classificação, Títulos
e Qualificação (Dejus) não pode receber as prestações
de contas que não sejam encaminhadas por meio do CNEs/MJ (vide
Manual do Usuário no link: www.mj.gov.br/cnes).
Portanto,
não pode considerar como “prestação de contas
válida” um documento impresso enviado ao Ministério
da Justiça, mesmo que se trate do rascunho da prestação
de contas exigida. Os documentos encaminhados não serão
devolvidos, ficando à disposição do interessados
pelo prazo máximo de 45 (quarenta e cinco) dias.
A
Portaria SNJ nº 24, de 11 de outubro de 2007, em seu art. 4º,
determina que a prestação de contas seja formalizada na
página do CNEs/MJ no sítio www.mj.gov.br/cnes.
As entidades que não prestarem contas por meio do CNEs/MJ não
terão suas Certidões de Regularidade liberadas e serão
consideradas irregulares perante o MJ.
Informações
gerais
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MENSAGEM
DA PRESIDÊNCIA
Queridas filiadas, o ano de 2008 está chegando
ao fim. Este foi um ano atípico, pois tivemos as
eleições, o que envolveu a maioria de nossa
energia e atenção, pois direta ou indiretamente
estamos inseridas no cotidiano municipal. Nesse cenário,
nossas ações coletivas tiveram seu ritmo
alterado e muitas mudanças deverão acontecer
para o próximo ano, tornando necessária
a nossa união para desenvolvermos um bom trabalho
em 2009, fortalecendo o que já conquistamos, e
integrando as novas entidades e dirigentes.
As metas do milênio discutidas por organizações
do mundo todo através das Cúpulas Mundiais
da Família, organizadas pela WFO a qual somos filiadas,
deverão ser efetivamente trabalhadas e as recomendações
discutidas em cada conferência colocadas como prioridades
por todas as filiadas.
Este ano na 4ª Cúpula realizada no Cairo-
Egito, discutimos as metas 4 – Reduzir a mortalidade
infantil e 5 – Melhorar a saúde da gestante,
o que já tem sido o objetivo principal da maioria
das filiadas.
Temos a convicção de estarmos no caminho
certo para amenizar os reflexos dos problemas sociais.
Precisamos efetivar e fortalecer nossas ações
coletivas e o trabalho em rede, para que possamos juntos
termos força e representatividade.
Que em 2009, possamos continuar trabalhando em prol de
um ideal de sociedade mais justa e atuante na defesa dos
interesses da família, maternidade e da infância.
Um feliz Natal e um 2009 repleto de realizações.
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Concurso
"Experiências em Inovação Social"
estende prazo de inscrições
As inscrições
para o quinto ciclo do concurso "Experiências
em Inovação Social", da Comissão
Econômica para a América Latina e o Caribe
(CEPAL), com apoio da Fundação W.K. Kellogg,
forem prorrogadas até o dia até 16 de janeiro
de 2009. O
concurso estava definido somente até 2008 mas, devido
aos bons resultados obtidos na identificação
de idéias inovadoras, foi estendido por um novo período.
O
ciclo 2008-2009 dá continuação a quatro
convocações bem-sucedidas, que receberam 4.400
inscrições e selecionaram 60 finalistas, provenientes
da Argentina (8), Belize (1), Bolívia (3), Brasil
(19), Chile (2), Colômbia (9), Cuba (1), Equador (3),
El Salvador (1), Guatemala (1), Haiti (1), México
(1), Paraguai (2), Peru (6), Santa Lucía (1) e Uruguai
(1). O
concurso envolve experiências inovadoras de oito áreas:
saúde comunitária, educação
básica, programas de juventude, geração
de rendas, responsabilidade social corporativa, voluntariado,
desenvolvimento rural/agrícola e segurança
alimentar/nutrição. Podem
participar governos regionais, departamentais, provinciais
e municipais, associações comunitárias,
comunidades religiosas, organizações não
governamentais, e outras instituições do setor
privado sem fins lucrativos que trabalhem em algum dos 33
países da América Latina e do Caribe membros
da CEPAL. O
primeiro prêmio é de 30.000 dólares,
o segundo de 20.000 dólares, o terceiro de 15.000
dólares, e o quarto e quinto, de 10.000 e 5.000 dólares,
respectivamente. Até hoje, o concurso entregou um
total de 268.000 dólares. Os
projetos participantes devem ser sustentáveis e por
isso, requer-se, pelo menos, 2 anos de trabalho efetivo
em atividade. As
iniciativas apresentadas nos ciclos anteriores podem ser
inscritas novamente no ciclo 2008-2009. Os projetos devem
ser geridos ou executados pelas próprias comunidades,
associações ou redes da população
beneficiária ou, ainda, por alguma das entidades
antes definidas. O
projeto CEPAL/Kellogg parte do princípio que tanto
os governos locais como a sociedade civil e as organizações
religiosas/comunitárias têm desenvolvido modelos
inovadores de atenção, na busca de uma melhor
resposta efetiva dos sistemas sociais. O
concurso identifica iniciativas inovadoras em desenvolvimento
social, a fim de extrair lições e difundir
tais experiências. Divulgando-as, espera contribuir
para a melhora das práticas e políticas sociais
em benefício da população mais pobre
dos países da Região. Os
formulários de inscrição estão
disponíveis na página web da CEPAL, ou da
Fundação Kellogg para a América Latina
e o Caribe. Também
podem ser solicitados pelo e-mail innovacion.socialcepal.org
ou pelo correio: "Projeto CEPAL/Kellogg", CEPAL.
Avda. Dag Hammarskjold 3477, Casilla 179-D, Vitacura, Santiago,
Chile. As
inscrições podem ser enviadas por e-mail para
innovacion.socialcepal.org,
por fax + 562 208-1553.
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Sistema
Fiep divulga resultados do Concurso de Trabalhos dos Objetivos
do Milênio
Foram
selecionados 14 trabalhos que têm como foco os oito
Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Premiação
será dia 11, em Curitiba.
O
Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE) do Sistema
Federação das Indústrias do Estado do
Paraná (Fiep), em parceria com o Movimento Nós
Podemos Paraná, divulgou na sexta-feira (28) o resultado
do Concurso de Trabalhos dos Objetivos de Desenvolvimento
do Milênio: Movimento Nós Podemos Paraná.
Foram selecionados 14 trabalhos, produzidos por empresas e
comunidade acadêmica, que têm como foco os oito
Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). A cerimônia
de premiação será dia 11 de dezembro,
no Cietep, em Curitiba. O resultado pode ser conferido no
site www.nospodemosparana.org.br.
“O resultado do concurso superou as expectativas. Tivemos
uma boa representatividade de Instituições de
Ensino Superior públicas e privadas, bem como órgãos
do governo”, afirma a coordenadora do Núcleo
de Instituições de Ensino Superior do Conselho
de Cidadania, Sonia Ana Leszczynski, lembrando que os trabalhos
selecionados pertencem a dez instituições diferentes.
O concurso teve como objetivo estimular a comunidade a divulgar
trabalhos realizados com foco nos Objetivos do Milênio.
Os ODM são uma série de metas socioeconômicas
propostas pela ONU que abrangem as áreas de renda,
educação, saúde, gênero e meio
ambiente. A maioria dos projetos selecionados contempla o
Objetivo 2 (educação básica de qualidade
para todos) e 7 (qualidade de vida e respeito ao meio ambiente).
O primeiro lugar na categoria Relatórios de Projetos
Implantados ou em Implantação ficou com o projeto
“Zumbi/Mauá - Ação Ecológica”,
desenvolvido por Diana Gurgel Pegorini, da Faculdade Internacional
de Curitiba (Facinter) e Nilson Izaias Pegorini, das Faculdades
Integradas do Brasil (Unibrasil). Já a categoria Propostas
de Projetos que Visam Atendimento dos ODM, o primeiro lugar
ficou com o projeto “Educadores Verdes”, de Maria
Doraci Nitz, do Instituto de Educação do Paraná.
O artigo “A implantação de políticas
públicas da avaliação da qualidade como
meio de realização da educação
como um bem público”, de Alexandre Godoy Dotta,
da Unibrasil, foi selecionado na categoria Artigos sobre Políticas
Públicas para Implantação. Todos os projetos
selecionados serão publicados na Revista Eletrônica
do Movimento Nós Podemos Paraná e no Portal
Rede de Saberes: www.portalrededesaberes.org.br.
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Governo
edita MP e cria confusão no terceiro setor
17/11/08
Rede Gife online - Rodrigo Zavala
O governo federal deixou os setores ligados à assistência
social no Brasil em polvorosa, na semana passada. Ao publicar
a Medida Provisória n.º 446
no Diário Oficial da União, dia 10 de novembro,
mudou as regras para a concessão do Certificado de
Entidade Beneficente de Assistência Social (Cebas),
documento que isenta de impostos 5.630 organizações
registradas em todo o país – a um custo de
R$ 4,4 bilhões por ano. A medida foi considerada
polêmica em dois pontos principiais. No primeiro,
a suposta “anistia” a entidades na renovação
do certificado. Pela MP, todas as organizações
que deram entrada na documentação, incluindo
aquelas que estavam em suspeição para renová-la,
tiveram deferimento automático de seus pedidos. Outra
discussão fundamental foi a responsabilidade de outorgar
o documento, que deixa de ser do Conselho Nacional de Assistência
Social (CNAS), e passa a ser dos ministérios da Educação
(MEC), Saúde (MS) e Desenvolvimento Social e Combate
à Fome (MDS). Eles darão a chancela de acordo
com as especificidades de trabalho de cada entidade. Grupos
de defesa e ataque à MP foram os destaques da última
semana. De um lado, especialistas alegam que a medida pode
trazer mais transparência e profissionalismo à
certificação. De outro, representantes dessas
entidades dizem que a ação do governo é
inconstitucional e trará mais burocracia ao setor.
No entanto, independentemente da entidade, o que se pode
constatar nos discursos, seja nos movimentos sociais, seja
no setor público, é que ainda existe um grande
ponto de interrogação sobre como as novas
regras serão implantadas. Nem mesmo os ministérios
possuem qualquer regulamentação para fazer
a certificação, segunda apontaram as secretarias
de comunicação deles.
Outro ponto grave se dá na forma que a as mudanças
chegam ao setor. “O grave não é a proposta
em si, mas a maneira como o governo federal está
conduzindo esse processo. Primeiro ele manda um projeto
de lei ao Congresso e no mesmo dia põe a Polícia
Federal no CNAS, com um discurso que generaliza para todo
o setor a acusação de pilantropia”,
afirma o secretário-geral do GIFE, Fernando Rossetti
(veja matéria sobre o caso). Segundo o secretário-geral,
mesmo assim, o GIFE se organizou para participar do debate
democrático do PL no parlamento. No entanto, ao ver
que a discussão seria demorada (“como costumam
ser os processos democráticos de construção
de políticas públicas”), o governo baixou
a medida provisória, sem a possibilidade de participação
da sociedade civil. “Enfim, é claro que é
necessário aprimorar a legislação sobre
entidades beneficentes, mas a maneira como isso está
sendo feito é, no mínimo, pouco democrática”,
critica.
O que é Cebas?
Para entender o tema é preciso saber porque
o Cebas é importante. O certificado garante às
entidades imunidades tributárias e, em contrapartida,
elas devem oferecer à população a continuidade
de serviços públicos de saúde, educação
e assistência social que a estrutura governamental
não consegue oferecer. Essas entidades - geralmente
hospitais, universidades e casas de assistência social
- ficam livres da contribuição previdenciária
patronal, equivalente a 20% da folha de pagamento, e das
contribuições CSLL (sobre o lucro líquido),
PIS e Cofins (9,25% sobre o faturamento). “Mas isso
não quer dizer que esse dinheiro vá direto
para o bolso dessas entidades, como alguns querem fazer
crer. Para conseguir o Cebas é preciso comprovar
que existe um atendimento no mesmo valor isentado no imposto”,
afirma o advogado Eduardo Szazi, especialista em legislação
do terceiro setor.
Anistia
Questionada sobre porque as mudanças foram
levadas adiante por um MP e não pelo Projeto de Lei
nº 3021/2008, em trâmite no Congresso Nacional,
a secretária nacional de Assistência Social
do MDS, Arlete Sampaio, respondeu que não há
estrutura para julgar rapidamente o substancial estoque
de processos administrativos. Daí a tal anistia.
Para se ter uma idéia, só no conselho, são
8.515 casos sem decisão, envolvendo mais de R$ 4
bilhões em tributos. Se a Receita Federal tivesse
que cobrar dívidas das entidades que perdessem o
Cebas, 1.274 casos teriam de ser julgados até o final
de 2008 pelo CNAS. Outros mil recursos aguardam julgamento
na Previdência, sendo que, desses, 380 também
terão cobrança de tributos inviabilizada sem
decisão até 31 de dezembro. “Era preciso
zerar o jogo”, afirmou. A reação foi
imediata. Na edição do dia 13 de novembro,
o jornal O Estado de São Paulo, em editorial intitulado
“Pilantrópicas Perdoadas”, classificou
a medida como um “verdadeiro trem da alegria para
as entidades filantrópicas”.
No mesmo dia, o presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN)
advertiu o governo que ia trabalhar para impedir a tramitação
da MP, se não fosse modificada a concessão
automática. No entanto, para especialistas sobre
o tema, a preocupação com a “tal anistia”
tem sido exagerada. “Não vejo isso como uma
anistia ampla geral e irrestrita em matéria tributária,
pois a Receita Federal pode, ainda, fiscalizar os últimos
cinco anos da vida de cada entidade e lavrar autos de infração
caso se verifique o descumprimento das condições
legais para a fruição do beneficio tributário”,
argumenta Eduardo Szazi. Segundo ele, isso já existia
com o certificado renovado regularmente e não muda
com a renovação automática. “Não
há, pois, anistia fiscal, como alguns apressadamente
sustentaram. O anzol não foi percebido pelos peixes”,
afirma.
Já o especialista em Direito Assistencial Filantrópico,
Sergio Monello, apesar de creditar a MP como inconstitucional,
também defende que a discussão foi longe demais.
“Essas renovações de concessão
não foram para entidades criminosas. Muitas delas
estavam em processo de revisão da documentação
por alguma tecnicalidade simples”, acredita.
Divisão Ministerial
Para os representantes do setor, a discussão
não se resume a decidir sobre quem deve certificar,
mas como esse processo burocratizará o sistema. De
acordo com a representante da Rede Brasileira do Terceiro
Setor (Rebrates), Marília de Castro, a divisão
por área será cruel para as organizações,
principalmente para as menores, com pouco amparo jurídico.
Marília conta que, se uma entidade trabalha conjuntamente
em educação e assistência social, por
exemplo, deverá se cadastrar, com CNPJ diferente,
tanto no MEC, como no MDS. “Vamos ver organizações
com atividades suspensas. Elas vão comer na mão
dos ministros e deverão seguir as políticas
governo se quiserem manter o Cebas”, critica. Fazendo
coro a Marília, Flavia Oliveira, da Confederação
Brasileira de Fundações (Cebraf), concorda
com sua conclusão e vai além: “haverá
uma imposição às entidades.
Se o MEC disser que as organizações de educação
devem dar bolsa de estudos, o que acontece com os trabalhos
comunitários que a entidade realiza? Não serão
contados?”, contesta. Questionados sobre como passará
a funcionar na prática, os ministérios ainda
vão editar a regulamentação para emitir
a certificação.”Por isso, não
há detalhes sobre o tema”, diz nota enviada
a imprensa. No entanto, há quem defenda a divisão.
Para o advogado Eduardo Szazi, a idéia é salutar
em três pontos:
a. aparenta ser mais capaz de desafogar a análise,
dividindo-a;
b. atribui a análise de mérito ao ministério
temático da área, contribuindo para uma avaliação
mais precisa e alinhada com a política pública
da área; e
c. representa uma atualização do modelo original,
que concentrava no CNAS e no Ministério da Previdência
Social uma atribuição que a evolução
da estrutura governamental tornou obsoleta. “Afinal,
qual a lógica de pedir ao Ministro da Previdência
que aprecie um recurso de uma entidade de Saúde versando
sobre uma contribuição arrecadada por órgão
do Ministério da Fazenda?”, acredita.
A idéia de Szazi é que sejam criados três
conselhos temáticos em nível federal: Educação,
Saúde e Assistência Social. “Como a atividade
da entidade beneficente compreende iniciativas que não
são consideradas estritamente assistência social,
pois são de saúde e educação,
parecia-me esdrúxulo atribuir a um conselho a análise
de assunto afeto a outras áreas.”
Frente Brasileira
Três dias depois de publicada a publicada
Medida Provisória 446 , representantes de cerca de
100 entidades de todo o Brasil, se reuniram em São
Paulo para criar A Frente Brasileira do Terceiro Setor.
O objetivo da iniciativa é promover ações
visando o desenvolvimento, a defesa e o fortalecimento do
segmento.
Ficou decidido no lançamento da frente que a primeira
medida do grupo será a adoção de ações
frente à MP. Segundo o presidente do SINEPE/RS, Osvino
Toillier, o grupo irá propor emendas à Câmara
dos Deputados, a fim de tornar viável a MP pa ra
as instituições de ensino. “Da forma
como foi proposta torna-se inviável. O ponto mais
grave é que ela não contempla a imunidade
restringindo-se apenas à isenção”,
ressalta o presidente.
Tramitação
Após sua publicação, a medida
provisória deverá ser apreciada por uma comissão
mista, composta por deputados e senadores (até o
dia 23/11/2008). Emitido um parecer, segue à apreciação,
primeiramente, do plenário da Câmara dos Deputados
(de 24/11/2008 a 07/12/2008) e, em seguida, do Senado Federal
(de 08/12/2008 a 21/12/2008). Se modificada na última
casa legislativa, retorna para análise da primeira
(de 22/12/2008 a 03/02/2009).
Se não for apreciada em até 45 dias, contados
da sua publicação, a medida provisória
entrará em regime de urgência, trancando a
pauta da casa legislativa em que estiver e impedindo a deliberação
de qualquer outra matéria. Esta situação
ocorrerá em 04/02/2009, uma vez que os prazos de
uma medida provisória são suspensos durante
o recesso parlamentar.
Uma medida provisória tem prazo de vigência
de 60 dias (até 18/02/2009), prorrogável uma
única vez pelo menos período (até 19/04/2009).
Se, decorrido este período, não for aprovada,
a medida provisória perde sua eficácia, devendo
o Congresso Nacional disciplinar, por decreto legislativo,
as relações jurídicas dela decorrentes
Segurança Jurídica
As novas modificações trazidas pela
MP levantam também uma questão sobre a insegurança
jurídica para a atuação no terceiro
setor brasileiro. Um dos consensos nas discussões
sobre o tema é o Brasil possui uma legislação
para setor fragmentada, contraditória e conflituosa.
A situação torna-se ainda mais negativa quando
analisada a conturbada relação entre sociedade
civil organizada e governo, que trabalha, muitas vezes,
de forma ambivalente, ora concedendo imunidades e isenções,
ora cancelando-as de forma arbitrária. No entanto,
a existência de um ambiente regulatório moderno,
claro e estável é fator fundamental para promover
a expansão e qualificação da atuação
das organizações da sociedade civil em qualquer
país. Com base nessa premissa, o GIFE desenvolve,
desde o início de 2003, uma iniciativa destinada
a contribuir para o aperfeiçoamento da legislação
brasileira do terceiro setor: o Programa Marco Legal e Políticas
Públicas. Um dos produtos desse trabalho é
o ainda inédito Visão GIFE do Marco Legal
do Terceiro Setor, documento que estabelece os cinco temas
que o grupo identifica como prioritários: (1) transparência
e controle social (accountability), (2) liberdade de organização
e funcionamento para as organizações da sociedade
civil, (3) imunidades e isenções tributárias,
(4) incentivos fiscais para iniciativas de interesse público
e (5) segurança jurídica, na qualidade de
tema transversal.
Na publicação, que será lançada
em 2009, o leitor encontra uma descrição concisa
de como a legislação brasileira aborda a matéria,
identifica e analisa os principais entraves e oportunidades
e traz um conjunto de propostas concretas de aperfeiçoamento
do respectivo ambiente regulatório, incluindo medidas
legislativas, administrativas e/ou de auto-regulação.
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UNICEF
lança ação de mobilização
contra a exploração sexual de crianças
e adolescentes
O
Fundo das Nações Unidas para Infância
(UNICEF) lançou uma ação de mobilização
para colher assinaturas de pessoas que desejam contribuir
com os esforços de combate à exploração
sexual de crianças e adolescentes no Brasil. A ação
intitulada “Rompa o Silêncio!” incentiva
as pessoas a apoiar medidas de combate a essa prática
e a denunciar casos de violação. A cantora e
embaixadora do UNICEF no Brasil Daniela Mercury também
participa da ação. Ela gravou um spot de rádio
que está sendo divulgado em todo o país por
emissoras de rádio que apóiam a iniciativa.
As pessoas interessadas podem incluir seu nome no abaixo-assinado
on-line no site da UNICEF www.unicef.org.br
Além de deixar sua assinatura, o internauta poderá
ser um agente multiplicador da ação ao convidar,
por meio do site, outras pessoas para que participem da iniciativa.
As assinaturas farão parte de um documento que será
entregue às autoridades presentes no III Congresso
Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual
de Crianças e Adolescentes. O evento será realizado
entre os dias 25 e 28 de novembro no Rio de Janeiro. No congresso,
espera-se a participação de três mil delegados,
representando 150 países. “Rompa o Silêncio!”
é uma contribuição do UNICEF para a divulgação
do tema no país antes da realização do
Congresso Mundial. A agência da ONU pretende, dessa
forma, ajudar a engajar a sociedade brasileira na luta contra
a exploração sexual de meninas e meninos. O
UNICEF é um dos coordenadores do evento juntamente
com o governo brasileiro (Secretaria Especial dos Direitos
Humanos da Presidência da República em parceria
com os ministérios do Desenvolvimento Social e Combate
à Fome e das Relações Exteriores). Também
participam da coordenação do congresso a Articulação
Internacional contra Prostituição, Pornografia
e Tráfico de Crianças e Adolescentes (ECPAT)
e o Grupo de ONGs para a Convenção sobre os
Direitos da Criança (NGO Group for the CRC).
Como
denunciar casos de violência sexual
Não se pode ter medo de denunciar. Essa é
a única forma de ajudar esses meninos e meninas.
Saiba a quem recorrer em caso de suspeita de violência
sexual infanto-juvenil:
Conselhos Tutelares – Os Conselhos
Tutelares foram criados para zelar pelo cumprimento dos direitos
das crianças e adolescentes. A eles cabe receber a
notificação e analisar a procedência de
cada caso, visitando as famílias. Se for confirmado
o fato, o Conselho deve levar a situação ao
conhecimento do Ministério Público.
Varas da Infância e da Juventude –
Em município onde não há Conselhos Tutleares,
as Varas da Infância e da Juventude podem receber as
denúncias.
Outros órgãos que também estão
preparados para ajudar são as Delegacias de
Proteção à Criança e ao Adolescente
e as Delegacias da Mulher.
OU DISQUE 100
O serviço do Disque Denúncia Nacional de Abuso
e Exploração Sexual contra Crianças e
Adolescentes é coordenado e executado pela Secretaria
Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República.Por
meio do 100, o usuário pode denunciar violências
contra crianças e adolescentes, colher informações
acerca do paradeiro de crianças e adolescentes desaparecidos,
tráfico de pessoas – independentemente da idade
da vítima – e obter informações
sobre os Conselhos Tutelares. O serviço funciona diariamente
de 8h às 22h, inclusive nos finais de semana e feriados.
As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas
aos órgãos de defesa e responsabilização,
conforme a competência, num prazo de 24h. A identidade
do denunciante é mantida em absoluto sigilo.
Fonte: www.unicef.org.br
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Fundação
Nestlé destinará R$ 700 mil a ações
sociais
A
principal promoção da Nestlé para este
ano, denominada Nestlé Torce por Você, destinará
R$ 700 mil a projetos sociais por meio da Fundação
Nestlé Brasil. O objetivo da iniciativa é estimular
o atendimento a crianças e adolescentes com programas
voltados à educação alimentar ou para
a promoção da prática de esportes, como
forma de alcançar uma vida saudável. A fundação
demonstra interesse em apoiar projetos que indiquem impacto
em longo prazo e possuam estratégia de continuidade
e sustentabilidade após o término do investimento;
que tenham princípios pedagógicos claros; apresentem
um diagnóstico da situação nutricional
das crianças e adolescentes atendidos, além
de ter um cronograma viável para a implementação
das ações. Para se inscrever e conhecer o edital
é necessário acessar o site www.nestle.com.br/torceporvoce.
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Biografia
Senador
Flávio Arns
O
Senador Flávio Arns é formado em Direito pela
Universidade Federal do Paraná (UFPR) e em Letras
pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná
(PUC-PR). Possui Mestrado em Letras pela UFPR e Ph.D. em
Lingüística pela Universidade Northwestern/EUA.
Nas
últimas eleições, candidatou-se a senador
e foi eleito com 1.995.602 votos, assumindo uma cadeira
no Senado Federal no dia 1º de fevereiro de 2003. Presidente
da Federação Nacional das APAEs, 1991-1995
; 1999 - 2001; Presidente da Federação das
APAEs do Estado do Paraná, 1997-1999;
Presidente da Associação Brasileira de Desportos
de Deficientes Mentais - ABDEM , 1995-2000, 2000-2004; Vice-Presidente
da Inclusion Internacional (Liga Internacional Pró-Pessoas
Portadoras de Deficiência Mental), 1997- 1999; Membro
do CONANDA/MJ - Conselho Nacional da Criança e do
Adolescente, 1993-1994; Presidente do Conselho Deliberativo
do Comitê Paraolímpico Brasileiro, 2003-2004.
Prêmios: Ordem Nacional do Mérito Educativo,
Grande Oficial, Ministério da Educação
– 1993; Vulto Emérito de Curitiba, Câmara
dos Vereadores, Curitiba – 1994.

Adiada
votação do projeto de lei que trata das entidades
filantrópica
Relator
da proposta na Comissão de Assuntos Sociais, Flávio
Arns lastima adiamento
O Projeto de Lei 462/2008, que trata da certificação
das entidades filantrópica, teve sua votação
adiada para 2009. A proposta seria analisada nesta semana,
mas recebeu um pedido de vistas na Comissão de Assuntos
Econômicos (CAE), o que inviabilizou qualquer tentativa
de votação ainda em 2008.
Relator do projeto na Comissão de Assuntos Sociais,
o Senador Flávio Arns lamentou o adiamento da votação.
“A polêmica em torno da MP provocou o caos absoluto
no terceiro setor, por isso consideramos urgente a apreciação
da matéria”, afirmou.
Nesta quinta-feira (18/12), durante reunião da CAE,
Arns solicitou ao Senador Aloísio Mercadante, presidente
da Comissão, que o projeto fosse incluído
na pauta de votações. Segundo Arns, houve
um acordo com o autor do pedido de vistas, Senador Raimundo
Colombo, no qual suas sugestões seriam apreciadas
juntamente com o seu relatório na Comissão
de Assuntos Sociais.
Mercadante concordou em colocar o projeto em votação
após a realização da audiência
pública para discutir a crise financeira internacional,
mas a reunião foi interrompida com o início
da sessão plenária para votação
do Orçamento para 2009. “Embora tenhamos feito
o possível para garantir a aprovação
rápida da matéria, estas situações
acabaram adiando a votação. Com o recesso,
o projeto será apreciado somente no início
do próximo ano legislativo”, esclareceu.
Com o adiamento da apreciação do projeto,
o Senador Flávio Arns pretende aprofundar o debate
junto aos Ministérios da Educação,
da Saúde e da Assistência Social. "Essa
semana foi de intenso debate sobre o projeto. Estávamos
com o relatório pronto, na forma de um substitutivo.
Agora, com mais tempo, poderemos elaborar uma proposta bem
debatida para atender o que a sociedade organizada espera,
priorizando a transparência, o rigor no processo de
certificação das entidades sociais e a valorização
do trabalho social", adiantou.
Fonte: Assessoria de Imprensa - Senador Flávio Arns
(PT-PR)
Arns
propõe criação de escolas técnicas
federais no Paraná
Segunda-feira,
10 de Novembro de 2008
Crédito: Geraldo Magela/Agência Senado
Proposta contempla municípios de Ibaiti, Loanda e
Cerro Azul
O Senador Flávio Arns apresentou três projetos
autorizativos com o objetivo de expandir o número
de escolas técnicas federais no Paraná. As
propostas autorizam o Poder Executivo a criar novas unidades
em Ibaiti, Cerro Azul e Loanda, vinculadas à Universidade
Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Ao
justificar a criação das três novas
escolas técnicas, Arns destaca importância
da presença destas iniciativas para a geração
de emprego e para o desenvolvimento de regiões, principalmente
em relação ao Índice de Desenvolvimento
Humano (IDH). Segundo o senador, os municípios escolhidos
estão localizados em regiões cujo IDH é
considerado baixo. “São regiões que
concentram municípios carentes, com baixos índices
de desenvolvimento, como o Vale do Ribeira, o Norte Pioneiro
e o Noroeste do Paraná”, exemplifica.
O Paraná possui hoje 12 unidades de ensino técnico
e tecnológico (11 coordenadas UTFPR e uma pela UFPR),
localizadas nos municípios de Apucarana, Londrina,
Francisco Beltrão, Toledo, Campo Mourão, Cornélio
Procópio, Ponta Grossa, Curitiba, Pato Branco, Dois
Vizinhos e Medianeira. Outras seis escolas estão
em fase de implantação nas cidades de Foz
do Iguaçu, Paranavaí, Umuarama, Telêmaco
Borba, Jacarezinho e Paranaguá. Arns cita a necessidade
da oferta de educação profissional técnica
de nível médio para a qualificação
de jovens. “O mercado de trabalho está exigindo
pessoas cada vez mais capacitadas e as escolas técnicas
têm sido modelo de educação profissional
no Brasil”, ressalta. Para Arns, o modelo surge como
via para a profissionalização de estudantes
que não ingressam nas universidades. “Se esse
caminho não for aberto, a inserção
destes jovens no mercado de trabalho será marcada,
na melhor das hipóteses, pelo subemprego”,
analisa.
O senador anuncia que irá propor a criação
de novas escolas técnicas em outras regiões
do Paraná que também enfrentam dificuldades
de desenvolvimento social e econômico.
Projetos
de Arns determinam matrículas de crianças
a partir de cinco anos no ensino fundamental
Sexta-feira, 31 de Outubro de 2008
Crédito: Moreira Mariz - Agência Senado
Objetivo
é cumprir o que diz a Constituição
Federal - O Senador Flávio Arns apresentou nesta
quinta-feira (30/10) dois projetos de lei com o objetivo
de colocar fim à polêmica que envolve a matrícula
de crianças com cinco anos no ensino fundamental.
O objetivo das propostas é adequar as leis ao que
prevê a Constituição Federal. Arns explica
que, em 2006, a Constituição Federal foi modificada
por uma Emenda Constitucional (EC 53/2006) que estabeleceu
que a educação infantil compreende o período
de zero até cinco anos. “O texto não
deixa dúvida de que a partir dos 5 anos a criança
deve ser matriculada no ensino fundamental. Devemos cumprir
o que diz a Constituição”, assegura.
Um dos projetos de lei apresentados por Arns modifica a
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
(LDB), determinando que o ingresso no ensino fundamental
se dará a partir dos cinco anos de idade. “O
objetivo é deixar claro na lei a interpretação
que já é adotada até mesmo pelo governo
federal”, justifica. O Senador lembra que a mudança
no ensino fundamental de oito para nove anos foi um avanço
para a educação pública brasileira.
“Com esta mudança, o poder público passou
a ser obrigado a oferecer educação a crianças
que não estavam na escola, pois antes o ensino fundamental
tinha início somente aos seis anos de idade”.
Com relação à polêmica que voltou
à tona no Paraná devido à deliberação
do Conselho Estadual de Educação, Arns afirma
que a lei deve ser cumprida e não se pode negar um
direito que está assegurado constitucionalmente.
“Todas as crianças, em escolas públicas
ou particulares, em função do dispositivo
constitucional, têm de ser matriculadas, na primeira
série, com cinco anos de idade, fazendo seis anos
no decorrer da primeira série”, explica. O
outro projeto apresentado por Arns altera o Estatuto da
Criança e do Adolescente (ECA) também com
o objetivo de atender o que diz a Constituição
Federal.
Fonte:
Assessoria de Imprensa - Senador Flávio Arns
Associação
Nacional de Educação Católica do Brasil
(Anec) debateu a situação do Terceiro Setor
no País
Em
resposta ao apelo feito recentemente no Plenário
do Senado, pelo Senador Flávio Arns, muitas entidades
em todo País vêm discutindo o conteúdo
do Projeto de Lei Nº 3021/2008, de iniciativa do Poder
Executivo, que revê os critérios das certificações
das entidades beneficentes. O I Fórum de Associadas
da Associação Nacional de Educação
Católica do Brasil – Anec, com o tema “Anec
e o Contexto das Instituições Beneficentes”,
foi um dos eventos promovidos com este objetivo. O Senador
Flávio Arns participou do debate ministrando palestra
sobre as tendências do processo de certificação
das entidades beneficentes. Segundo Arns, da forma como
proposto, o projeto de lei retira do Conselho Nacional de
Assistência Social (CNAS) a atribuição
de emitir o Certificado de Entidade Beneficente de Assistência
Social (CEBAS), e a transfere para os Ministérios
da Saúde, Educação e Desenvolvimento
Social e Combate à Fome. “O CEBAS é
um instrumento de controle social, pois é um documento
que, atualmente, é conferido por um conselho paritário,
composto por representantes governamentais e pela sociedade
civil, que encontra neste colegiado o espaço legítimo
para sua atuação”, declarou Flávio
Arns. “Tenho que a participação das
entidades na discussão desse projeto é mais
do que fundamental para evitar conseqüências
danosas, oriundas de um texto que não foi discutido
previamente com a sociedade e, sob o meu ponto de vista,
um projeto de lei incorrigível”, completou
o senador. O Certificado é requisito necessário
para a isenção do pagamento de contribuições
sociais como a cota patronal, além de configurar
importante instrumento para que as entidades possam ter
acesso a recursos públicos. Arns destacou ainda que
as discussões que estão ocorrendo em todo
o Brasil a respeito deste projeto são reflexos da
preocupação que agora se expandiu para toda
a sociedade, envolvendo entidades sérias e que atuam
com transparência e com comprometimento, executando
serviços fundamentais para o cidadão.
Fonte: Assessoria de Imprensa - Senador Flávio Arns
(PT-PR)
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Trabalho
infantil
O
que não pode:
As principais atividades proibidas pelo Decreto Federal 6.481
- Na direção
de tratores e máquinas agrícolas.
- Na produção de cana-de-açúcar,
fumo, algodão, sisal e abacaxi.
- Na industrialização do fumo e da cana-de-açúcar.
- Na pulverização, no manuseio e na aplicação
de agrotóxicos.
- Em estábulos, cavalariças, currais, estrebarias
ou pocilgas.
- Em silos de estocagem de grãos
- Na extração e no corte de madeira.
- Em atividades que exijam mergulho.
- Na extração de pedras, areia e argila.
- Em escavações, subterrâneos, pedreiras,
garimpos, minas em subsolo e a céu aberto.
- Em salinas, destilarias de álcool, serralheiras, indústrias
de móveis, lavanderias industriais, tinturarias, cemitérios,
esgotos.
- Em sistemas de geração, transmissão e
distribuição de energia elétrica.
- Na construção civil e pesada.
- Em borracharias.
- Em trabalhos domésticos.
- Em espaços confinados.
- No cuidado e vigilância de crianças, de pessoas
idosas ou doentes.
- No manuseio ou aplicação de produtos químicos.
- Na coleta, seleção e beneficiamento de lixo.
- Em ruas e outros logradouros públicos – no comércio
ambulante, como guardador de carros, guia turístico e
transporte de pessoas ou animais, entre outros.
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Declaração de Varsóvia – Cúpula
Mundial da Família +3
Superando a pobreza através do trabalho: Mobilização
para a ação, estendendo pontes e fomentando
a confiança, capacidades e colaboração.
As
140 delegações de países, representando
todos os Continentes, compostos por representantes dos governos
no âmbito regional e local, Organizações
não governamentais, parlamentares e representantes
do mundo acadêmico, do poder Judiciário, dos
meios de comunicação, a comunidade empresarial
e as Famílias, se reuniram no encontro de Cúpula
Mundial da Família +3, em Varsóvia, na Polônia.
Depois de três dias de interação e deliberações,
eles decidiram apoiar e recomendar a presente Declaração
à Revisão Ministerial Anual do Conselho Econômico
e Social das Nações Unidas, bem como a todas
as instâncias deliberativas e executivas no âmbito
nacional e local dos seus respectivos países:
Reconhecendo que o desenvolvimento econômico, social
e ambiental estão baseados na dignidade humana, nos
direitos humanos, na igualdade, paz, democracia, na boa governança
e transparência, responsabilidade mútua e cooperação,
valores éticos e respeito pela diversidade religiosa
e cultural;
Reafirmando que a Família é a célula
fundamental da sociedade e que desempenha um papel fundamental
no desenvolvimento econômico, social, ambiental e de
sustentabilidade, e que sobre ela recai a responsabilidade
da transmissão para as gerações presentes
e futuras dos valores acima mencionados;
Conscientes que encorajar às famílias, particularmente
as mulheres, para que exercitem suas próprias capacidades
e para que participem plenamente nas formulações
de políticas, execução e avaliação
das decisões, determina o funcionamento e bem estar
da nossa sociedade, e é fundamental para o processo
de Desenvolvimento Sustentável;
Reconhecendo as contribuições das Conferências
e dos encontros de Cúpula celebrados na década
de 90 e as que a sucederam, a Cúpula do Milênio,
a Declaração do Milênio, bem como os Objetivos
de Desenvolvimento do Milênio;
Reconhecendo o momento histórico que representou para
a Família o Dia Internacional da Família das
Nações Unidas em 1994, e a celebração
do Décimo Aniversário do Dia Internacional da
Família em 2004;
Reafirmando o conteúdo da Declaração
de Sanya, do Plano Prático de Ação de
Aracaju 2006-2015, e a Declaração do Mar Morto,
aprovadas respectivamente no encontro de Cúpula Mundial
da Família na China, em 2004, na Cúpula Mundial
da Família +1 celebrada no Brasil, e a Cúpula
Mundial da família +2, celebrada na Jordânia.
Por
unanimidade concluem e recomendam:
I. Família e Pobreza
1) A proteção de caráter econômico,
social e ambiental são interdependentes e mutuamente
reforçam seus componentes de Desenvolvimento Sustentável,
e devem ser o marco para os nossos esforços por alcançar
uma melhor qualidade de vida para todas as Famílias;
2) Governos, Instituições, Empresas e países
estão aprendendo que lidar com a Família como
um todo é uma poderosa ferramenta para afrontar questões
econômicas, sociais, ambientais e de Desenvolvimento
Sustentável;
3) A erradicação da pobreza deve estar baseada
num crescimento econômico sustentável, bem como
no desenvolvimento social, como de proteção
ao meio ambiente, e de justiça social, assim como requer
o envolvimento da família com igualdade de oportunidades,
e a plena e equitativa participação das mulheres
e homens, como agentes e beneficiários do Desenvolvimento
Sustentável centrado na família;
4) Em muitas partes do mundo as Famílias são
continuamente excluídas das políticas e dos
programas nacionais que têm como alvo a erradicação
da pobreza, o que acaba resultando num legado do ciclo de
pobreza para as próximas gerações. Nosso
objetivo comum para uma economia mundial sustentável
e próspera somente será possível se tanto
o poder de produção quanto o de consumo forem
acessíveis a todas as famílias;
5) Estratégias de “trabalho decente” são
a garantia de um Desenvolvimento mais equilibrado e Sustentável,
bem como a garantia da redução da pobreza, assim
como de uma vida melhor para as Famílias, e devem dirigir
seus esforços no sentido de: a) desenvolver meios hábeis
capazes de propiciar meios de vida sustentáveis; b)
Investir em postos de trabalho e na Comunidade; c) promover
o espírito empresarial; d) promover o livre comércio;
e) Investir na redução da pobreza; f) fomentar
o desenvolvimento local através de cooperativas; g)
superando discriminações; h) trabalhar para
dar fim ao trabalho infantil; i) garantindo ingressos e seguridade
social básica; j) Promover o Fundo Mundial de Solidariedade
das Nações Unidas;
II. Família e Saúde no contexto do Desenvolvimento
Sustentável
6) A atenção médica primária deve
ser guiada por princípios de receptividade às
necessidades de saúde das famílias, enfatizando
a promoção da saúde e na prevenção,
bem como a existência de sistemas de saúde locais;
7) A gestação e o nascimento deveriam ser uma
razão de celebração. No entanto, a cada
ano, mais de meio milhão de mulheres morrem durante
a gestação ou no parto; ademais, mais de 10
milhões de crianças morrem antes de completarem
cinco anos e aproximadamente 40% durante o primeiro mês
de vida. A causa direta da morte das mães, do recém
nascido e das crianças pode ser prevenida e tratada,
mediante intervenções eficazes, econômicas
e acessíveis;
8) A AIDS (HIV) tem um impacto multidimensional sobre as famílias.
Há impactos diretos como o da doença, morte
e o sentimento de perda experimentado pelos familiares (em
torno de 20 milhões de crianças no mundo perderam
seus genitores por conta da AIDS). O custo associado à
doença e à morte tem ocasionado uma despesa
significativamente alta para as famílias ao redor do
mundo e levado milhões delas à pobreza. A necessidade
de auxiliar os membros da família afetados pela AIDS
tem ocasionado, ademais, um gasto adicional elevado às
famílias envolvidas, particularmente recaindo sobre
as mulheres e sobre as meninas;
9) Tendo em conta a magnitude e a gravidade dos problemas
e os desafios que representam, nenhum país, individualmente,
Entidade ou Organização pode enfrentar essas
questões por si só. A Organização
Mundial da Família irá direcionar seus esforços
na promoção de novos eventos e ações,
bem como apoiar os que já existem, para que sejam alcançadas
as Metas 4, 5 e 6 (MDGs 4, 5 e 6) no contexto do Desenvolvimento
Sustentável, levando adiante as seguintes ações:
l) Incorporando a atenção médica básica
de saúde num programa mais amplo de Desenvolvimento
Sustentável;
II) Mobilizando para a ação, em favor da atenção
da saúde materna, do recém nascido e da criança;
III) Mobilizando para a ação as atuais e as
ex-primeiras Damas, no âmbito nacional e local, assim
como os associados internacionais e nacionais, as parcerias
multilaterais e bilaterais, bem como as personalidades no
âmbito internacional, nacional e local, a favor da com
a atenção médica da saúde materna,
do recém nascido e da criança;
IV) Apoiando a prevenção da AIDS e outros programas
favoráveis às famílias, e tendo em conta
a grande diversidade de estruturas familiares em diferentes
partes do mundo, e as necessidades específicas e diferentes,
das mulheres, dos homens, das meninas e dos meninos; III.
As Famílias e a Igualdade de oportunidades na Educação,
no contexto do Desenvolvimento Sustentável
10) A Educação é um Direito Humano fundamental
e um ingrediente chave para o Desenvolvimento Sustentável.
Proporciona às crianças, ao jovem e aos adultos
o poder de reflexão, de fazer escolhas e de ter uma
vida melhor; rompe com o ciclo da pobreza. A educação
das mães tem um forte impacto na saúde, fertilidade
e numa vida familiar saudável.
11) A Educação é a base crucial para
uma vida plena e ativa. Em todos os países, a capacitação
propiciada pela educação e o treinamento constituem
também um pré-requisito para o exercício
da cidadania, uma participação na economia,
prosperidade e, conseqüentemente, um Desenvolvimento
Sustentável.
12) A Educação com igualdade de oportunidades
é passível de ser alcançada, de ser realizada.
O custo de propiciar às crianças do mundo uma
educação primária requer menos de 2%
dos custos militares anuais estimados, que são efetuam
no âmbito internacional. Tendo isso em mente, recomendamos
a todos os interessados em trabalhar pelo Desenvolvimento
Sustentável, de agirem no sentido de:
a) Incentivar as ações de todos os principais
agentes, no que concerne às atividades educacionais;
b) Garantir acesso universal à Educação;
c) Incluir a Educação nas estratégias
nacional contra a pobreza;
d) Eliminar as desigualdades de oportunidades devido ao sexo,
no setor educacional;
e) Incluir pessoas com necessidades específicas, propiciando-lhes
pleno acesso à Educação;IV. A Família,
a moradia digna e um meio ambiente saudável
13) A moradia e um meio ambiente saudável são
particularmente importante para a família. É
fato reconhecido que a boa moradia pode prover segurança
emocional e psicológica, boa saúde, segurança
e bem estar.
14) A casa é a aquisição mais importante
para a família. Para as famílias pobres ao redor
do mundo, pode traduzir –se no único bem significativo
que podem chegar a possuir.
15) A moradia, no contexto do Desenvolvimento Sustentável,
deve contar com um meio ambiente onde as famílias possam
estar em segurança, com saúde, em condições
de igualdade de oportunidades, sustentabilidade e produtividade.
Isso possibilitaria atender às necessidades de proteção
das mulheres, crianças e pessoas idosas. Casas decentes
refletem concretamente políticas favoráveis
ao Desenvolvimento Sustentável.
16) Reconhecendo que possuir um teto e um endereço
não é suficiente recomendamos que:
a) O conceito de “moradia decente” deve respeitar
as necessidades e facilidades básicas que os direitos
humanos requerem, o que significa incluir infra-estrutura,
serviços, segurança, comércio, oportunidades
de trabalho, relações sociais e a qualidade
do meio ambiente;
b) A questão da “moradia decente” deve
estar no centro das discussões direcionadas a reduzir
a pobreza rural e urbana;
c) Deliberações sobre a regulação
de demarcação das terras urbanas e rurais devem
conduzir a uma maior disponibilidade das mesmas, especialmente
para as famílias pobres, favorecendo o Desenvolvimento
Sustentável;
d) O acesso aos muitos mecanismos de financiamento social
orientado, e propostas inovadoras em diferentes formas, devem
trazer consigo uma variedade de agentes, entre os quais urbanistas,
Instituições de regulamentação
financeira, Instituições governamentais, cooperativas
de crédito e Organizações não
Governamentais focadas na pobreza urbana e no Desenvolvimento
Sustentável;
V. Família, violência doméstica e Desenvolvimento
Sustentável
17) Negligência, abuso e violência contra os membros
da família podem se revestir de muitas diferentes formas
- física, psicológica, emocional, financeira
– e ocorrem nas mais variadas esferas, tais como: social,
econômica, étnica e geográfica.
18) Ainda que os homens estejam, algumas vezes, sujeitos à
violência doméstica, as mulheres e as meninas
constituem a maior parte das vítimas. As mulheres vivendo
na pobreza são as mais fortemente afetadas.
19) Há fortes evidências no sentido de que a
violência doméstica é causada e sustentada
pelas desigualdades estruturais entre homens e mulheres na
sociedade, e a rigidez na determinação dos papéis
e nas relações de poder entre os sexos. A violência
entre o casal numa relação conjugal ou numa
união consensual deve ser considerada tão perniciosa
quanto a violência entre dois estranhos.
20) A violência doméstica é uma séria
ameaça para o Desenvolvimento Sustentável. Para
que possa ser erradicada, requer comprometimento do setor
Governamental, das autoridades locais e das famílias.
Nesse sentido recomendamos as seguintes medidas:
a) Fazer com que toda a sociedade se questione sobre as causas
da violência doméstica;
b) Leis e medidas que estabeleçam marcos legais no
combate à violência doméstica;
c) Avaliar o problema, encorajando e apoiando a coleta de
dados e a pesquisa sobre violência doméstica;
d) Aplicar estratégias preventivas na família,
nas escolas e na comunidade, tanto para as situações
em conflito quanto para as situações posteriores
aos conflitos, para que se consigam resultados melhores e
duradouros;
e) Encorajar o desenvolvimento de marcos de proteção
à família em face à violência,
no âmbito nacional, que possam identificar as funções
e responsabilidades de todos os interessados e capazes de
apoiar as equipes multidisciplinares;VI. Família, igualdade
entre os sexos e Pobreza no contexto do Desenvolvimento Sustentável
21) A violência e a pobreza continuam sendo importantes
entraves para a igualdade dos sexos em todo o mundo. A globalização
deu uma nova dimensão a essa questão, ao produzir
novos desafios, tais como o tráfico de mulheres e crianças,
ocasionando a mudança das características dos
conflitos armados, alargando as brechas entre as nações
e os gênero. Assim, necessário se faz a formulação
de políticas macroeconômicas que digam respeito
à proteção social.
22) Ainda que importantes avanços tenham sido alcançados
em muitos diferentes aspectos em relação ao
status da mulher, o progresso tem se mostrado ainda desigual,
persistindo as desigualdades de oportunidades entre ambos
os sexos. Permanecem ainda obstáculos que podem resultar
em sérias conseqüências no que tange ao
bem estar das famílias.
23) A pobreza das mulheres está diretamente relacionada
à ausência de oportunidades econômicas
e de autonomia, falta de acesso aos recursos econômicos,
entre os quais menciona-se o crédito, a aquisição
de propriedade e a herança, a falta de acesso à
educação e aos serviços de apoio e a
participação mínima nos processos de
tomada de decisão. Todos esses aspectos colocam em
perigo o papel da mulher e à igualdade entre os sexos
no contexto do Desenvolvimento Sustentável.
24) A igualdade de oportunidades para as meninas e o encorajamento
e avanços das conquistas das mulheres, incluindo o
direito à liberdade de expressão, de consciência,
de religião e de crença, para que assim sejam
agentes contribuindo ativamente na construção
de valores morais, éticos, espirituais e intelectuais
nas famílias; assim, é assegurado às
mulheres a possibilidade de realizar seus potenciais, tanto
no contexto familiar quanto no contexto social, moldando suas
vidas em consonância com as suas aspirações,
o que é essencial ao processo de Desenvolvimento Sustentável.
Nesse sentido, recomendamos:
a) Reforçar a Plataforma de Ação de Beijing;
b) Encorajar todos os agentes envolvidos no processo de Desenvolvimento
Sustentável a aplicarem a Convenção que
propõe a eliminação de todas as formas
de discriminação em face das mulheres;
c) Promover a igualdade de homens e mulheres em todas as esferas
da sociedade;
d) Reconhecer a necessidade do fundo de promoção
para a igualdade dos sexos , possibilitando as mulheres terem
condições de oportunidades proporcionalmente
iguais às dos homens;
e) Aumentar a influência política de apoio à
igualdade entre os sexos;
f) Encorajar o equilíbrio entre os sexos em todos os
temas de Desenvolvimento sustentável, e enfatizar o
papel, a posição, a participação
e a integração das mulheres;
VII. Família e Parceria no âmbito Local e Global
para o Desenvolvimento Sustentável
25) Encorajar as parcerias no âmbito global e local
para o Desenvolvimento Sustentável é imprescindível
para melhorar o bem estar das famílias em todo o mundo.
26) Nesse sentido, recomendamos:
a) Fortalecer o papel das Nações Unidas na promoção
de efetivas parcerias no âmbito local e global para
Desenvolvimento Sustentável;
b) Identificar e criar mecanismos de divulgação
de Histórias de Sucesso, boas práticas e experiências
de parcerias partilhadas no âmbito local e global na
aplicação das MDGs, no sentido de que os benefícios
levados às famílias sejam encorajados;
c) Encorajar o sentido de solidariedade no âmbito global,
para que as necessidades no âmbito local em direção
ao Desenvolvimento Sustentável sejam fortemente incentivadas
por todos os interessados no processo de Desenvolvimento Sustentável.
Os participante decidem igualmente requerer à Organização
Mundial da Família que faça com que o conteúdo
da presente Declaração seja conhecido por todos
os setores Governamentais, e por outras Organizações
filiadas, bem como seja o tema introduzido na Revisão
Ministerial Anual da UN- ECOSOC 2008 como uma Declaração.
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Comentários
ao Projeto de Lei 3.021/2008
O
Projeto de Lei 3.021/2008, propõe alterações
na concessão do CEBAS – Certificado de Entidade
Beneficente de Assistência Social (os requerimentos
de concessão seriam apreciados por três diferentes
órgãos, dependendo da área de atuação:
saúde, educação e assistência social,
sendo respectivamente o Ministério da Saúde,
o Ministério da Educação e o Ministério
do Desenvolvimento Social e Combate à Fome). Também
propõe alteração na isenção
da Cota Patronal. Determina, assim, que, para efeitos de certificação,
a Entidade deve ter apenas uma das três finalidades,
quais sejam: Educação, Saúde e Assistência
Social - na mesma pessoa jurídica. Ou seja, a entidade
que atue em mais de uma das áreas apontadas fica obrigada
a criar uma pessoa jurídica para cada uma delas, como
número próprio no CNPJ. O mencionado projeto
determina não ser mais competência do Conselho
Nacional de Assistência Social, emitir o atestado de
Registro das Entidades. É muito importante acompanharmos
a tramitação desse projeto, vez que traz mudanças
significativas para a vida das Instituições
do Terceiro Setor. Diga-se: mudanças controversas.
Dra.
Halima Wahabe Duje
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*** Financiamento de Projetos do Terceiro Setor ***
*
veja também seção de links
para outros financiadores
Fontes:
RETS (www.rets.org.br),
GIFE (www.gife.org.br),
Revista
Filantropia e e-mails diversos.
Para divulgar seu evento ligado ao Terceiro Setor encaminhe-nos um email.
Gife
lança serviço para facilitar uso de leis de incentivo
fiscal O Grupo de Institutos, Fundações
e Empresas (Gife) lançou em seu site uma calculadora que auxilia
empreendedores a utilizar leis de incentivo para projetos de patrocínio
esportivo, ambiental, social e cultural. A calculadora permite que
a pessoa digite os valores pagos por suas empresas em impostos e consigam,
instantaneamente, ter uma estimativa do seu potencial para patrocínios
com incentivo fiscal nos âmbitos federal, estadual e municipal.
O serviço é gratuito e está disponível
em www.gife.org.br.
Bazar
de produtos importados da Afece
Curitiba - PR, todas as segunda-feiras
Toda segunda feira, a Associação Franciscana de Educação
ao Cidadão Especial (Afece) está realizando o Bazar de
produtos importados na loja Tarumã. Serão vendidos brinquedos,
mochilas, acessórios, maquiagens e muito mais. A renda adquirida
com a venda dos produtos será revertida para entidades mantidas
pela Afece. O bazar acontece das 8h às 17h na R. Paulo Turkiewicz,
nº 669, bairro Tarumã, próximo a Faculdade Unibrasil.
Mais informações pelo telefone (41) 3366-5212 ou através
do e-mail comunicacao@afece.org.br.
Bazar
Beneficente
Curitriba - PR, todas as quarta-feiras
Todas as quartas-feiras, das 8h30 às 17h, a Rede Solidária
promove um bazar beneficente cuja arrecadação ajuda os
projetos do Hospital Pequeno Príncipe, da Fundação
Ecumênica de Proteção ao Excepcional (Fepe), da
Associação Franciscana de Educação ao Cidadão
Especial (Afece) e da Associação Socorro aos Necessitados.
A Rede Solidária é um projeto idealizado pela Redeimóveis,
grupo formado por imobiliárias que identificaram um grande número
de móveis e utensílios que são deixados nas residências
durante as mudanças. Estes móveis são coletados
e armazenados em um galpão, local em que acontece o bazar às
quartas-feiras. Os móveis, roupas e utensílios usados,
que são vendidos a preços simbólicos no bazar,
também são arrecadados pela Rede Solidária por
meio de doações. Informações de como fazer
uma doação pelo telefone (41) 3079-1790. O bazar acontece
na Rua Marechal Cardoso Júnior, n° 1254, no bairro Jardim
das Américas, em Curitiba.
Pós-Graduação
Gestão de Organizações do Terceiro Setor
Curitiba - PR, todos os sábados
As Organizações do Terceiro Setor são distintas
por sua natureza jurídica e estatutária, sendo assim,
necessitam de profissionais capacitados para identificar as oportunidades
e garantir a sustentabilidade institucional, com habilidades para formular
projetos e programas sociais, com competência para utilizar ferramentas
de gestão estratégica tais como: planejamento; gestão
financeira; contábil; de pessoas e com conhecimentos dos aspectos
jurídicos e tributários aplicados ao terceiro setor. Considerando
estas especificidades, a PUCPR lança o curso de pós-graduação
em Gestão de Organizações do Terceiro Setor. Este
curso será oferecido na modalidade semi-presencial que é
uma sub-modalidade de cursos a distância que se caracteriza pela
realização de encontros presenciais intercalados por atividades
á distância, que oferecem flexibilidade de estudo por parte
dos alunos, que poderão realizar suas atividades à distância
através da internet em sua casa ou seu local de trabalho usando
um ambiente virtual de aprendizagem e, nos encontros presenciais, criarem
momentos de socialização e sincronização
entre o grupo, permitindo ao professor orientar melhor os alunos em
relação ao conteúdo da disciplina e às atividades
propostas nos momentos não-presenciais. As aulas presenciais
serão ministradas aos sábados (01 vez ao mês). O
investimento é de 18 parcelas de R$ 295,00 e o período
de inscrições é até 03 de março de
2008 com início das aulas em 05 de abril de 2008. Maiores informações
pelo fone 41 3271-1595. Faça já sua matrícula acessando
o site http://www.pucpr.br/cursos/especializacao/.
Bolsa
de Valores Sociais e Ambientais abre inscrições para projetos
Sem data definida
A
Bolsa de Valores Sociais e Ambientais (BVS&A), programa de responsabilidade
social da Bovespa, está recebendo inscrições de
projetos ambientais em busca de recursos. A bolsa funciona como uma
replicação do mercado de capitais, listando projetos que
precisam de recursos para serem implantados ou ampliados, fazendo uma
ligação entre investidores socioambientais (doadores)
com esses projetos. Lançada em 2003, a BVS&A já captou
R$ 5,4 milhões no mercado, permitindo que 39 projetos fossem
atendidos. As áreas de abrangência são: Educação
para a Sustentabilidade; Mudanças Climáticas; Recursos
Hídricos; Biodiversidade e Florestas e Cidades Sustentáveis.
No endereço www.bovespasocial.org.br
é possível encontrar a ficha de inscrição
e informações adicionais.

Notícias da Rede GIFE
Por mérito, relevância, e impacto Não
é pouco o trabalho sistematizado no livro “Juventude Popular
Urbana. Educação – Cultura – Trabalho”
(United Way)*. Editado com apoio da Lei Rouanet, o livro que retrata
todas as faces e caminhos para a atuação responsável
entre empresas e organizações da sociedade civil na área
da juventude.
A
proposta é compartilhar histórias e métodos aplicáveis,
tal como resultados, com foco na inserção da juventude
popular urbana no mundo do trabalho. Desta forma, a publicação
detalha as parcerias entre ONGs de base comunitária e Empresas
vinculadas à Associação Caminhado Juntos (ACJ Brasil
- United Way). (clique
aqui para ler mais)
Conselho
Nacional de Assistência Social convoca eleições
Na última semana, começou o processo de eleição
dos representantes da sociedade civil no Conselho Nacional de Assistência
Social (CNAS) para a gestão 2008/2010. Neste primeiro momento,
representantes das entidades e organizações socioassistenciais,
representantes de usuários, ou de organizações
de usuários, e também dos trabalhadores já podem
se inscrever, seja como eleitores ou como eleitores e candidatos às
vagas de representação. (clique
aqui para ler mais)
MERCADO
DE TRABALHO Confira oportunidades de emprego no terceiro setor

Notícias da Rede de Informações
para o Terceiro Setor
Transparência
e prestação de contas da sociedade civil brasileira
Leilah Landim e Luiz Antonio Carvalho divulgam relatório do capítulo
brasileiro da pesquisa realizada em nove países da América
Latina. (clique
aqui para ler mais)
Jovens
com deficiência não se vêem retratados na mídia
"Mais janela que espelho: a percepção dos adolescentes
com deficiência sobre os meios de comunicação na
Argentina, no Brasil e no Paraguai", estudo lançado pela
Andi, revela que jovens com deficiência pouco se reconhecem em
TVs, jornais e revistas (clique
aqui para ler mais)
"Comunicação
é a base de tudo" Em artigo, Eduardo Homem da Costa
ressalta a importância da comunicação para apresentar
propostas e resultados e estimular financiadores, doadores, empresas
e parceiros a investirem nas questões sociais. (clique
aqui para ler mais)
Cidades
ativas e sustentáveis Estão abertas inscrições
para o 3º concurso “Cidades Ativas Cidades Sustentáveis”.
O objetivo é identificar e premiar experiências de intervenções
urbanas que favorecem estilos de vida saudáveis para consolidá-las
como referências na América Latina.(clique
aqui para ler mais)
Contra-corrente
Aos 74 anos, a belga Hedwige Peemans-Poullet é uma das poucas
vozes a se levantar contra a unanimidade que se tornou a história
de sucesso do “banqueiro dos pobres”, o prêmio Nobel
da Paz de 2006, Muhammad Yunus, de Bangladesh. Em suas críticas
ao modelo de Yunus, Hedwige Peeman-Poulet insiste em falar de “micro-endividamento”
em vez de “micro-crédito”. Nesta entrevista exclusiva,
feita por Izabela Moi, de Paris, Hedwige fala sobre o projeto de Yunus,
sobre a situação das mulheres pobres e conta um pouco
sobre o que significa levantar a voz contra um Nobel da Paz. (clique
aqui para ler mais)
Estas
e outras notícias estão disponíveis no site da
Rede de Informações para o Terceiro Setor:
clique
aqui para acessar o website da RITS.

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